"Isso é coisa de empresa grande." É a frase que mais ouvimos quando falamos de almoço com donos de empresas pequenas de Pomerode e região. Faz sentido: por muito tempo, oferecer almoço exigia cozinha, refeitório e um contrato pensado para centenas de pessoas. Hoje não exige mais. Com marmita feita no dia e compra em pacote, uma empresa com 5, 10 ou 20 pessoas consegue dar comida de verdade ao time sem montar estrutura nenhuma.
empregos com carteira criados no Brasil até novembro de 2025 vieram de micro e pequenas empresas.
é o preço médio de uma refeição completa em Blumenau, na pesquisa mais recente da ABBT.
de validade no pacote de marmitas para empresas da Pratô. Ninguém precisa consumir tudo no mês.
A empresa pequena também disputa gente
Pequeno negócio contrata muito. Pelos dados do Caged analisados pelo Sebrae, sete em cada dez empregos com carteira criados no país até novembro de 2025 vieram de micro e pequenas empresas [1]. Só que, na hora de atrair e segurar essas pessoas, a empresa de 8 funcionários concorre com a indústria de 300 que tem refeitório e almoço servido. Salário dá para equiparar até certo ponto. O benefício que o time sente todo dia, como o almoço, costuma ficar só com a grande.
Na empresa pequena, o almoço normalmente se resolve no improviso. Uns trazem marmita de casa, outros vão ao restaurante do lado, alguém come um lanche na copa. Quem come fora gasta caro: a refeição completa custava em média R$ 43,88 em Blumenau na última pesquisa da ABBT [2]. Quem traz de casa depende de ter tempo para cozinhar na noite anterior. E quem recebe vale vê o saldo acabar antes do fim do mês, como mostramos em O almoço é um dos benefícios que mais pesam na hora de atrair e manter pessoas.
"Somos poucos. Compensa?"
Compensa, porque o tamanho do time não muda o jeito de fazer. A marmita sai da cozinha da Pratô, que começa a produção às 4h da manhã, e chega à sua empresa na hora do almoço, pronta para comer. Não importa se são 4 ou 40 marmitas: quem cozinha em volume é a Pratô, não a sua empresa.
Entre as empresas que fecharam pacote com a Pratô em 2026, há escritório com 3 pessoas, loja com 5 e confecção com 8.
"Não temos refeitório."
Não precisa ter. A marmita chega em embalagem individual, com arroz, feijão, duas proteínas e dois acompanhamentos. Uma mesa na copa, a sala de reunião na hora do almoço ou um canto do escritório resolvem. O que vale garantir é um lugar limpo para o time comer sentado e com calma.
"E se nem todo mundo quiser?"
Ninguém é obrigado. No modelo de pacote, a empresa compra um volume de refeições no CNPJ (por exemplo, 100, 250 ou 500) e cada colaborador reserva nos dias em que quer almoçar. Quem trouxe comida de casa na segunda e quer almoço na terça reserva só a terça. Quem almoça em casa simplesmente não reserva.
Como o pacote vale 12 meses, não existe sobra no fim do mês. Se num mês o time almoçou menos, o saldo continua lá para os meses seguintes.
"Quanto custa para uma equipe de 10?"
Faça a conta pelo cenário mais cheio, com todo mundo almoçando todos os dias:
Quanto a empresa paga depende do formato que ela escolhe. Ela pode bancar o almoço inteiro, dividir com o colaborador ou fazer o desconto integral em folha. No último caso, com a autorização por escrito de cada colaborador, o valor que ele consumiu é descontado no salário, e o caixa da empresa não sente. Explicamos o passo a passo em Desconto de refeição em folha: como funciona na prática (e na lei).
Para o colaborador, a conta também fecha: um almoço completo a partir de R$ 14,70 custa menos da metade da refeição média em Blumenau [2].
Vai levar a ideia para os sócios?
Em empresa pequena, quem pesquisa o almoço quase nunca é quem assina. Leve três respostas para a conversa: quantas pessoas almoçariam, quanto a empresa quer bancar (tudo, uma parte ou nada, com desconto em folha) e qual pacote faz sentido para esse volume.
E proponha o teste antes da decisão. É mais fácil aprovar algo que o time já provou.
dos 188 trabalhadores de Pomerode ouvidos pela Pratô acreditam que produziriam mais se comessem melhor.
Como começar em 4 passos
- Conte quem almoça. Quantas pessoas, em que horário e em quantos turnos. Não precisa ser exato: uma estimativa já basta para montar a proposta.
- Defina quem paga. A empresa banca tudo, divide com o time ou faz o desconto integral em folha, sempre com a autorização de cada colaborador.
- Faça o teste. Antes de fechar, o time inteiro almoça um dia por conta da Pratô. É o jeito mais honesto de saber se a comida agrada quem vai comer.
- Escolha o pacote. Compra no CNPJ, validade de 12 meses, entrega diária na empresa e reservas pelo app, sem o RH virar central de pedidos.
Almoço como benefício não é privilégio de quem tem refeitório. Mais de 730 mil refeições servidas desde 2018 nos mostraram que o tamanho do time importa pouco. O que importa é a comida chegar boa, todo dia, na hora certa. Pessoas Melhoram, Empresas Crescem.
Os exemplos de empresas atendidas foram descritos sem identificação. Os preços citados são os de outubro de 2026 e podem mudar. Este artigo tem caráter informativo e não substitui orientação contábil ou jurídica: valide o formato do benefício com a contabilidade da sua empresa.
Fontes
- Agência Sebrae de Notícias. "Micro e pequenas empresas foram responsáveis por sete em cada 10 empregos formais gerados até novembro de 2025". Análise com dados do Novo Caged, janeiro de 2026. agenciasebrae.com.br
- ABBT. Pesquisa de preço médio da refeição completa, 2024 (4.502 estabelecimentos em 51 cidades). Via NSC Total, agosto de 2024. nsctotal.com.br


